Cuidados básicos e bons hábitos podem ajudá-lo a economizar 35%, só com combustível

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De acordo com uma pesquisa da consultoria automotiva Jato Dynamics, a redução de gastos pode chegar a 35% seguindo uma cartilha bastante simples
De acordo com uma pesquisa da consultoria automotiva Jato Dynamics, a redução de gastos pode chegar a 35% seguindo uma cartilha bastante simples

Muita gente não sabe, mas o consumo de combustível não está relacionado apenas com a motorização de um automóvel. Na verdade, vários fatores influenciam diretamente na autonomia de um veículo e cuidados básicos, além de bons hábitos ao volante, podem ajudá-lo a economizar, principalmente em tempo de crise, quando o desperdício sai ainda mais caro. Não podemos esquecer, também, da questão ambiental, já que quanto mais gasolina ou etanol queimamos, mais emissões de poluentes geramos. De acordo com uma pesquisa da consultoria automotiva Jato Dynamics, a redução de gastos pode chegar a 35% seguindo uma cartilha bastante simples.

Se, de um lado, os limites de emissão já obrigam as montadoras a desenvolverem propulsores mais limpos, como as unidades tricilíndricas turboalimentadas, que consomem pouco proporcionalmente à sua oferta de potência, mas ainda são raridade por aqui, você também pode fazer sua parte. O meio ambiente e seu próprio bolso vão agradecer, pode ter certeza.

O que o leitor deve ter em mente é que o consumo exagerado está, na maioria esmagadora das vezes, diretamente ligado aquela peça que fica entre o volante e o banco do motorista. Ou seja, você!

É justamente para orientá-lo que listamos dicas que, além de manterem seu carro sempre em bom funcionamento, vão fazê-lo sentir na conta bancária os benefícios uma condução mais econômica.

Para ver o ponteiro do nível de combustível baixar mais lentamente é preciso, antes de mais nada, calibrar os pneus. Afinal, a área de atrito dos pneus com o piso aumenta, quando ele estão murchos, e isso sacrifica o consumo em até 20%, segundo as Shell Brasil. Da mesma forma que o descuido pode sair caro, o conforto também tem seu custo e o ar-condicionado pode reduzir a autonomia em até 5%.

Dirigir de forma agressiva, com acelerações e frenagens bruscas, trocas de marchas em alto giro e curvas em alta velocidade, também não ajuda nada. Já os congestionamentos são um verdadeiro terror para quem quer economizar. Lubrificante vencido e filtros sujos também vão “sugar” a gasolina ou o álcool do tanque de seu carro, e abastecer em postos que praticam preços baixíssimos costuma sair caro, porque o risco do produto ser adulterado é grande.

Andar com o carro cheio de tralhas também é um hábito ruim. De acordo com a agência norte-americana de Eficiência Energética e Energias Renováveis (EERE), um peso extra de cerca de 40 quilos pode aumentar o consumo em até 2%.

Nas viagens, a pressa se revela inimiga da economia. A organização britânica Energy Saving Trust alerta que um automóvel gasta 25% mais combustível a 140 km/h, do que a 110 km/h. Da mesma forma, rodar com os vidros abertos aumenta o arrasto aerodinâmico e, consequentemente, o consumo. De qualquer forma, em velocidades acima dos 60 km/h, sai mais barato fechar os vidros e ligar o ar-condicionado do que rodar com os cabelos ao vento.

E mesmo que o leitor não seja a Angélica, ir de táxi é uma boa ideia, pelo menos para quem roda menos de 10,5 quilômetros para ir e volta do trabalho. Segundo pesquisa da Academia do Dinheiro, em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, além de outras capitais, sai mais barato deixar o carro na garagem se você for rodar menos do que isso e optar pelo meio de transporte preferido da apresentadora.

E não se esqueça que os combustíveis, principalmente a gasolina que é um derivado do petróleo, têm preço de ouro.

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