General Motors ameaça fazer as malas do Brasil

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Se você tem ou pretende ter um Chevrolet, não é o caso de desistir dos planos ou necessariamente buscar outra marca. Mas nos últimos dias o comando da General Motors deixou claro que o futuro da casa da gravatinha na América do Sul depende de algo que não vem ocorrendo atualmente: lucro. Diferentemente de rivais como a FCA, que recentemente conseguiram se manter no azul mundialmente graças a mercados como o Brasil, os norte-americanos pagam, literalmente, por uma política de preços agressivos. Que fez com que o Onix se transformasse no modelo mais vendido do país com sobras, mas não tem abastecido os cofres do grupo.

A imprensa norte-americana e várias fontes ligadas à empresa confirmaram que, desde o ano passado, as chefias do grupo têm sido informadas da política de fechamento de fábricas nos Estados Unidos e Canadá, dos planos para suspender a produção de veículos que não geram lucro e da importância do ano de 2019 para fazer o negócio vingar na América do Sul. A CEO Mary Barra admitiu, em entrevista ao jornal Detroit News, que estuda formas de fazer as operações no Brasil e Argentina operarem no azul e ajudarem no faturamento, o que passaria mesmo pela venda de parte do controle acionário a grupos interessados. Por enquanto, o que há de concreto é a adoção da nova família de veículos pensada para os mercados emergentes, que inclui o Tracker e as novas gerações de Onix e Prisma. A questão é saber como, e se eles chegarão às concessionárias em condições atraentes ou se a busca por fechar as contas vai pesar no bolso do consumidor…

Chevrolet Onix Activ 2019

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