Porsche 911 GT2 RS: do fundo do mar para as mãos de quatro proprietários

Porsche/divulgação
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Você encomenda um esportivo exclusivo e sabe que terá de esperar algum tempo até colocar as mãos no sonho – no caso, o tempo do frete desde o país em que é fabricado. Até aí tudo bem, não fosse um detalhe: no meio do caminho, o navio trazendo a supermáquina sofre um incêndio, acaba afundando e leva consigo uma carga de 3.000 automóveis.

“Ok, a fábrica produz outro exemplar do modelo e, pouco tempo depois, ele estará na garagem do comprador”, você há de pensar. O problema é que, neste caso, tratava-se dos últimos exemplares de uma versão descontinuada na linha de montagem para dar lugar a uma geração mais recente. Para dar nomes à história, estamos falando da Porsche e de seu 911 GT2 RS (geração 991).

O cargueiro Grande América trazia quatro exemplares adquiridos por compradores brasileiros e, como o restante da carga, nada se salvou – felizmente os tripulantes foram resgatados sem ferimentos. A marca alemã aproveitou que o maquinário para a montagem da geração 992 ainda não havia sido instalado em Zuffenhausen e resolveu reativar a linha do 991 para cumprir com a palavra.

Numeração à parte, as especificações técnicas dos quatro exemplares são as mesmas dos modelos anteriores – estamos falando de um foguete movido pela versão biturbo do seis cilindros boxer 4.0 de 700cv que chega aos 340km/h de velocidade máxima.

Um deles, na cor preta, aliás, foi adquirido do Porsche Center BH, e já está com o feliz proprietário, cumprindo o novo prazo previsto pela Porsche.

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