Volkswagen resolve renovar identidade. Não muito, é verdade

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O Grupo Volkswagen passou por momentos delicados ao admitir que os motores diesel que equipavam vários de seus modelos em todo o mundo recebiam manipulações nos programas de controle de emissões para driblar os testes dos vários governos – um escândalo que ganhou o nome de Dieselgate. Além dos custos gerados pela artimanha (estimados em mais de US$ 20 bilhões), é inegável o arranhão na imagem dos alemães, especialmente nos Estados Unidos, onde a fraude foi mais intensa e atingiu um maior número de consumidores.

Desde então, começou um esforço para recuperar respeito no mercado e refazer uma reputação construída em décadas. O que passa pela aposta cada vez maior na propulsão limpa, não só na VW propriamente dita, mas nas demais marcas do grupo – Audi, Porsche, Seat e Skoda especialmente. No Salão de Frankfurt (IAA’2019), a Volks revela o ID3, seu primeiro elétrico pensado desde o começo para funcionar com a energia da tomada.

Mais do que isso, o conglomerado aposta no conceito de “Nova Volkswagen”, numa tentativa de se descolar dos erros recentes. O que passa por uma mudança na logomarca, um dos símbolos mais reconhecidos do planeta.

Justamente por isso, houve mudanças, ainda que discretas. As letras (V e W) continuam superpostas, mas não mais com efeito 3D. Uma forma de demonstrar simplicidade. Além disso, o W agora não está colado à parte inferior do círculo, mas flutua. De acordo com o marketing do Grupo, uma forma de facilitar também a percepção e a aplicação da marca nas mídias sociais e permitir o uso de outras cores e padrões.

 

 

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